A afirmação é de Carlos Lollato, da Braskem, para quem as ações e
as oportunidades de negócios geradas pelo Programa Export Plastic (EP)
são os principais atores para o desenvolvimento da cultura exportadora
na terceira geração
A Braskem, desde sua criação, tem visto com muito interesse os resultados do trabalho desenvolvido pelo Export Plastic (EP). “São nítidos os efeitos do Programa na terceira geração, pois antes a maioria dos transformadores de médio e pequeno portes não tinham sequer acesso ao mercado internacional. Mas, com a entrada no Programa, passaram a acessar mercados em vários continentes”, reconhece Carlos Lollato, líder do Segmento da Unidade de Negócios Polímeros da Braskem e coordenador do Programa.
Segundo o executivo, o trabalho desenvolvido pelo Export Plastic tem elevado o nível de qualificação dos profissionais do setor de transformação. “Esse trabalho vem permitindo a expansão dos negócios externos dos transformadores e a redução da dependência do mercado interno”, completa.
Para a Braskem, esse é um dos pontos fortes do Programa,. “Logo na primeira participação em uma feira internacional ou em um projeto comprador, o associado percebe que precisa se qualificar e aproveitar melhor o que estes eventos podem oferece”, raciocina. E a melhora dessa qualificação foi fundamental em 2009, ano difícil para a economia como um todo, bem como para o setor plástico.
Lollato acrescenta que é em momentos difíceis que as empresas fazem seus ajustes e ficam ainda mais competitivas para enfrentar as adversidades. E nesse sentido, o trabalho realizado pelo Programa foi fundamental. “Quem fez a lição de casa certamente encontrou oportunidades no mercado internacional”, pondera.
Em relação ao mercado interno, Lollato alerta para os dois importantes eventos esportivos mundiais, que acontecerão no Brasil e trarão a necessidade de melhorar a infraestrutura do País: a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Também vão propiciar a construção de novos estádios e vilas olímpicas, obras que beneficiarão vários setores e o de transformação de plásticos não estará fora. “Mas mesmo com o mercado interno aquecido, os transformadores devem estar sempre atentos às oportunidades no mercado internacional”, finaliza.
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